terça-feira, 29 de janeiro de 2008

“Os que não encontram tempo para o exercício terão de encontrar tempo para as doenças.”


Saúde e desporto:

O estilo de vida cada vez mais sedentário, aliado ao uso crescente da tecnologia na vida quotidiana, estão a causar altos níveis de inactividade entre pessoas de todas as idades, em todo o mundo.
A actividade física pode ajudar a atingir o peso corporal apropriado e contribui positivamente para a mudança de outros factores de risco de doenças coronárias, como o perfil de lípidos, a resistência à insulina e à hipertensão. Desta forma, contribui para o controle do diabetes, colesterol alto e hipertensão arterial.

Benefícios da Actividade Física para o organismo:

Reduz o risco de morte prematura.
Reduz o risco de morte por doença cardíaca.
Reduz o risco do desenvolvimento de diabetes.
Reduz o risco do desenvolvimento de hipertensão arterial.
Reduz sentimentos de depressão e ansiedade.
Auxilia o controle de peso.
Ajuda a construir e manter saudáveis ossos, músculos e articulações.
Promove bem-estar psicológico.


Como se deve praticar o exercício físico?

Só praticar exercícios sob orientação.
Realizá-los com regularidade.
Transformar o exercício numa fonte de lazer.
Fazer os alongamentos e o devido aquecimento antes de praticar qualquer tipo de exercício.
Procurar o exercício mais adequado para as características do seu próprio corpo.
Praticar exercícios que requeiram movimentos fáceis e envolvam todos os grupos musculares.

Evitar competir com os outros e principalmente consigo mesmo.
Nunca praticar um desporto só no fim de semana, principalmente se não estiver com alguma preparação física.
Não se descuidar da hidratação. Quanto mais intensa a prática do exercício, maior a perda de água e sais minerais. Por isso beba muita água antes, durante e após o treino.

Se nunca foi adepto de ginástica ou de algum desporto, o preferível é caminhar.

Pratique desporto para uma vida mais saudavel!


Daniela

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

A importância do Pequeno-Almoço



O desenvolvimento físico, intelectual e afectivo, a resistência às doenças e o tempo de vida dependem da implementação de uma alimentação saudável, permanentemente, desde a concepção.



O rendimento escolar está intimamente relacionado com a qualidade e a quantidade do aprovisionamento alimentar, destacando-se o papel vital do pequeno-almoço.





A Importância do Pequeno-Almoço é unanimemente reconhecida por médicos, nutricionistas e outros profissionais de saúde a importância crucial que o pequeno-almoço tem como refeição. A crescente consciencialização desta importância pela comunidade só pode trazer benefícios para a saúde colectiva.O pequeno-almoço é uma refeição essencial que deve cumprir dois objectivos: disponibilizar a energia proporcionalmente necessária para uma manhã de actividade e aliviar o período nocturno de jejum prolongado.








Quais as consequências?





A eliminação do pequeno-almoço pelas mais variadas razões (dieta, falta de hábito, pressa matinal) provoca hipoglicémia (diminuição do açúcar do sangue) de que resultam diversos sinais e sintomas, sentidos não necessariamente de modo igual por todos, que compreendem: cansaço, perda de força, desfalecimento, visão turva, confusão mental, irritabilidade, alterações do humor, enjoos, vómitos, tremores, problemas da articulação da fala, dificuldade dos movimentos.





Quem persiste em tornar o seu almoço na 1ª refeição do dia, está, na verdade, a forçar o organismo a cerca de 16 horas de jejum (desde o jantar do dia anterior). Este erro predispõe outro: o célebre «petiscar» frequente durante a manhã; muitas vezes alimentos calóricos, porque ricos em açúcares e/ou gorduras e sem interesse nutricional.





Quando chega à hora de almoço, vai sentir muitíssima fome e será menos racional na escolha da ementa e das doses. Além disso, o seu organismo apressa-se a armazenar todas as calorias para fazer face ao previsível jejum que se segue. Este tipo de práticas predispõem diabetes e obesidade.








Como é o Pequeno-Almoço Ideal ?





O pequeno-almoço deverá fornecer ao organismo 25-30% das calorias diárias. Completo, equilibrado e variado assim deverá ser o pequeno-almoço ideal.As diferenças variam com os costumes. Tudo depende como vão ser as próximas refeições e como será o gasto energético, sobretudo até à próxima refeição.Na escolha do seu pequeno-almoço varie o mais possível, mas tenha presentes os seguintes alimentos:



Leite e derivados: fornecem proteínas de elevado valor biológico, minerais (Cálcio e outros), e vitaminas;



Cereais e derivados: pão, cereais de pequeno-almoço, papas de flocos de aveia, etc. são presenças mandatórias em qualquer mesa já que são fornecedores de açúcares complexos/amido, que permitem o fornecimento contínuo de energia, de acordo com as nossas necessidades ao longo da manhã.


A manutenção de um nível estável de açúcar no sangue permite um controlo do apetite. São praticamente isentos de gordura e fornecem proteínas vegetais, ferro vitaminas e fibras;



Frutos: 50-200g de fruta fresca, preferencialmente citrinos (laranjas, tangerinas, etc.), frutos de bagas (amoras, fraboesas, mirtilhos), kiwi, ananás são ricos em vitamina C, beta carotenos e fibras;



Gorduras: manteiga ou margarina – magras se tem problemas de colesterol. Não se esqueça que são fonte de ácidos gordos essenciais e vitaminas A, D e E;











Dados Quantitativos para Reflectir...





Um estudo de uma revista portuguesa de Defesa do Consumidor indica que entre os adolescentes 20% dos rapazes e 30% das raparigas não têm o hábito de tomar o pequeno-almoço regularmente e cerca de 1% dos jovens ignora completamente esta refeição.

Publicado por: Solange e Yvonne